Reforma da UPA Quietude em Praia Grande SP para melhor atendimento à população

Cidade de Praia Grande SP lança Central de Compostagem em 2026

Publicado por Kilza Koch em 24 de junho de 2026 às 16:01. Atualizado em 24 de junho de 2026 às 16:01.

A Prefeitura de Praia Grande colocou em operação uma frente ambiental pouco visível ao morador, mas estratégica para a rotina urbana: a transformação de resíduos das feiras-livres em adubo orgânico.

A iniciativa foi detalhada nesta quarta-feira, 24 de junho de 2026, com foco na Central de Compostagem instalada no bairro Tupiry, ao lado do Viveiro Municipal.

O movimento cria um novo fato local porque une gestão de resíduos, economia operacional e manutenção das áreas verdes em uma mesma estrutura pública.

Central de Compostagem de Praia Grande vira eixo da política urbana

Segundo a Prefeitura, a central transforma restos de legumes, verduras, frutas e outros produtos frescos em adubo orgânico usado no cultivo de plantas do paisagismo urbano.

O processo ocorre em uma área de 2.959 metros quadrados, sob responsabilidade da Secretaria de Serviços Urbanos, a Sesurb.

A operação começa com a triagem do material recolhido nas feiras. O que é aproveitável segue para as leiras, onde a decomposição é controlada por temperatura e cobertura.

Hoje, a estrutura conta com 26 leiras, cada uma com 12 metros de comprimento por 1,5 metro de largura.

  • Resíduos orgânicos de feiras entram como matéria-prima principal.
  • Galhos triturados de poda reforçam a composição.
  • O líquido gerado na decomposição também é reaproveitado.
Inauguração da Central de Compostagem em Praia Grande SP, um passo verde
Imagem de: Kilza Koch | Cenário ilustrativo gerado por IA

Como o sistema reduz descarte e alimenta o viveiro municipal

Na prática, Praia Grande fecha um ciclo dentro da própria máquina pública. O resíduo sai das feiras-livres e retorna à cidade na forma de insumo para jardins, canteiros e recuperação vegetal.

Esse adubo abastece o Viveiro Municipal, onde são cultivadas mudas para áreas verdes e onde plantas com baixo desenvolvimento passam por recuperação antes de voltar aos espaços públicos.

A gestão municipal afirma que a central não gera odor, ponto sensível em operações desse tipo dentro do perímetro urbano.

Outro efeito direto é fiscal: ao produzir o próprio composto, a Prefeitura reduz a necessidade de compra de fertilizantes para o paisagismo e para ações de recuperação ambiental.

Esse desenho se conecta ao avanço da agenda climática local, reforçada pela participação da cidade no Encontro Nacional do ICLEI Brasil e no Congresso Internacional de Proteção e Defesa Civil, também divulgado nesta quarta-feira.

  1. Os resíduos são recolhidos nas feiras-livres.
  2. O material passa por seleção técnica.
  3. O conteúdo orgânico segue para as leiras.
  4. Após cerca de três meses, vira composto utilizável.

Tupiry concentra estrutura que amplia a gestão ambiental de bairro

O bairro Tupiry ganhou peso nessa engrenagem pública porque reúne, em um mesmo entorno, a central, o viveiro e um Ecoponto.

De acordo com a Prefeitura, a cidade mantém 24 Ecopontos distribuídos pelos bairros, complementando a coleta domiciliar, a coleta seletiva e o serviço de Rapa-treco.

Nessas unidades, moradores podem descartar recicláveis, pilhas, óleo de cozinha e pequenas quantidades de entulho, dentro dos limites definidos pelo Município.

No caso do Ecoponto do Tupiry, a proximidade com a central facilita a lógica de destinação correta e reforça o bairro como ponto de apoio da política ambiental local.

O sistema também conversa com uma tendência mais ampla no país. Dados do IBGE sobre gestão municipal e serviços públicos mostram que tratamento adequado de resíduos e infraestrutura ambiental seguem no centro do planejamento urbano brasileiro.

  • Menos volume de lixo orgânico segue para descarte comum.
  • Mais insumo retorna para manutenção urbana.
  • Há ganho operacional em paisagismo e recuperação vegetal.
  • O modelo fortalece a imagem de sustentabilidade do município.

Por que a notícia importa agora para Praia Grande

O anúncio desta quarta não trata de um projeto futuro. Ele expõe uma operação já em funcionamento e dá visibilidade a uma etapa concreta da gestão de resíduos da cidade.

Isso diferencia o tema de promessas ou planos ainda em elaboração. O fato novo é a apresentação pública de uma estrutura ativa, com números, localização definida e uso direto no paisagismo.

Em um município turístico e densamente urbanizado, manter áreas verdes com menor custo e melhor destinação de orgânicos tem impacto administrativo e simbólico.

A iniciativa também surge em um momento de maior pressão por soluções ambientais mensuráveis, especialmente em cidades costeiras, onde resíduos, drenagem e qualidade urbana ganham peso político crescente.

Se a central ampliar capacidade e receber novos trituradores, como a própria administração indica, Praia Grande pode transformar uma ação operacional em vitrine permanente de gestão ambiental aplicada.

Dúvidas Sobre a central de compostagem de Praia Grande

A nova atenção sobre a central ocorre em 24 de junho de 2026, quando a Prefeitura detalhou como o resíduo das feiras-livres está sendo reaproveitado. Isso levanta dúvidas práticas sobre funcionamento, impacto urbano e benefícios diretos para a cidade.

Onde fica a central de compostagem de Praia Grande?

A central fica no bairro Tupiry, ao lado do Viveiro Municipal. Segundo a Prefeitura, essa localização facilita o uso imediato do adubo na produção e recuperação de plantas destinadas às áreas verdes.

Quanto tempo leva para o lixo orgânico virar adubo na cidade?

Leva cerca de três meses, em média. O material passa por seleção, formação de leiras e controle técnico até se transformar em composto orgânico utilizável no paisagismo urbano.

Qual é o principal ganho prático dessa operação para o morador?

O principal ganho é duplo: menos descarte inadequado de resíduos orgânicos e menor gasto público com fertilizantes. Isso ajuda a manter jardins, canteiros e áreas verdes com reaproveitamento de material que antes seria lixo.

Aviso Editorial

Este conteúdo foi estruturado com o auxílio de Inteligência Artificial e submetido a rigorosa curadoria, checagem de fatos e revisão final pelo editor e  autor. O site 24h SP reafirma seu compromisso com a ética jornalística, garantindo que o julgamento editorial e a validação das informações são de inteira responsabilidade humana, do editor.

Autor e Editor: Kilza Koch

Transparência: Equipe Editorial | Política Editorial | Política de Uso de IA | Política de Correções | Contato

Política de Monetização e Publicidade

Para garantir que todo o nosso conteúdo jornalístico permaneça 100% gratuito e acessível a qualquer cidadão, adotamos modelos legítimos de política de monetização e publicidade digital.

Esta Política estabelece as diretrizes comerciais, os critérios éticos e as regras operacionais que regem a veiculação de anúncios, patrocínios e parcerias em nosso domínio principal (24hsp.com.br) e em toda a nossa rede de 30 subdomínios municipais

Avatar photo

Kilza Koch

Editora e colaboradora do site praiagrande.24hsp.com.br, especializado em notícias de Praia Grande (SP). Admiradora da cidade, dedica-se à produção de conteúdos relevantes sobre acontecimentos, serviços e oportunidades que impactam a vida local. Seu compromisso é levar informação atualizada e de qualidade para moradores, trabalhadores e visitantes de Praia Grande SP, contribuindo para uma comunidade mais informada.

Outras Notícias